Um satélite na cabeça

Aos amigos, visitantes anônimos, navegantes perdidos e todos aqueles que de uma maneira ou de outra visitam este blog:
Estou disponibilizando para quem quiser o portifólio EL CARAMELO.
É um CD com textos, vídeos caseiros, fotos etc... desta comunidade fundada sobre o espectro da heterogeneidade experimentada ao longo da vida dos personagens que a compõe.
Repassando o CONCEITO:
"Nos metemos a exercitar a comunicação através do contato com as novas tecnologias, assim como com as diversas plataformas que permitam carregar uma mensagem.
Buscamos uma vida coletiva que preza pela expansão continua. A vivência com as diferenças é que nos ensina como respeitá-las, entendê-las e não julgá-las.
Foi esta prática que nos inspirou a criar este coletivo mutante, original, diferente mas com identidade.
Somos Designers, Cronistas, Fotógrafos, Músicos, enfim, nada mais do que pessoas comuns que não se prenderam a estéticas pré estabelecidas.
Somos consumidores sim, mas conscientes, pois acredita- mos que só assim podemos gerar novas possibilidades de pensar o sistema que vivemos.
Vamos devolver para a sociedade aquilo que aprendemos dela. "
Germano Spinola - Porta voz, cara de pau e sem vergonha.

3 Comments:
Talvez me incomode um pouco a idéia de "consumidores conscientes" pois aquele que consome nunca sabe o que está realmente consumindo, pois a mercadoria está sempre apartada (ou alienada como diria Marx) do trabalhador que é o mesmo consumidor e de "identidade de grupo", pois identidade dá um sentido de homogeneidade, é o velho discurso do multi-culturalismo que diz que todas as culturas devem ser respeitadas, contanto que a minha seja a referência. E aquele que aceita a divesidade, é o superior que aceita os inferiores (mas isso são só divagações conceituais)
Mas a idéia de se formar coletivos é sempre boa e interessante, sempre nos proporciona experiências fantásticas. E ao contrário do que Deleuze diria, hoje Comunicar é Resistir não é mesmo?
Abraços muchachos!!!
Grande Viny Sapiens!!!!
É sempre um prazer ler um post seu.
Se a alienação é presente, e o consumo uma prática insistente, nos resta refletir sobre ele, obtendo ou não sucesso.
A busca da identidade e da afirmação dela, não deixa de ser um exercício humano, que quer conhecer o novo. Isso nos impulsiona, o novo é combustível.
Quanto ao conceito multi-culturalita nos sentimos órfãos, não fazemos parte da pátria de chuteiras, nem dos pés descalços... nossa intenção ao ver "diversidade", não é assistir o mundo de fora, é mudar com ele, sofrer as interferências e ver que nós nada mais somos que a soma das interferências.
Talvez a diversidade que vc está nos alertando, seja aquela representada pelas feiras de artesanato, onde vemos leituras pós moderna do sertanejo em esculturas de barro etc... Isso sim é apropriação promíscua.
Quanto ao coletivo realmente tem sido uma experiência fantástica.
E se comunicar é resistir, pra nós também siginifica expandir, refletir e nos divertir.
EHEHEHEHEHH
É nóis meu irmão!!!
Gramde abraço.
meus lindos
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